segunda-feira, 15 de abril de 2013

Killer Joe


Killer Joe


Lançado em 2011 esse Thriller de rednecks teve a direção do grande Willian Friedkin que foi responsável pela direção do Exorcista de 1973 e mais alguns bons filmes de trocar as cuecas. O roteiro ficou na mão de Tracy Letts que já tinha trabalhado com Willian no filme Bug. No elenco temos o cara que salvou o filme, o Sr. Matthew McConaughey, que pode ser lembrado quando ele fez par romântico com Renee Zellweger no clássico The Ruturn of the Texas Chainsaw Massacre de 1994. No resto do elenco principal temos Emile Hirsch (The Darkest Hour), Juno Temple, Gina Gershon (Best of thr Best 3, Voodoo Dawn) e Thomas Haden Church que fez o Homem Areia no Spiderman 3. O orçamento do filme foi estiado em 10 milhões de verdinhas e ele não conseguir arrecadas 4 milhões, isso significa que alguém perdeu o emprego.


O filme se passa no Texas e Chris (Emile) está devendo uma grana para uns caras barra pesada porque a sua mão roubou 100g de cocaína dele e fugiu com o seu carro ainda. O rapaz não sabe o que fazer e vai até a casa do pai para ver se o coroa tem os 6 mil Obamas para emprestar. É claro que o pai não tem e então Chris da uma idéia para o coroa. Ele ficou sabendo de um detetive da policia que faz uns trabalhos extracurriculares, pela bagatela de 25 mil dólares. O trabalho é matar pessoas e o dinheiro sairá da apólice de segura da mulher. Com o plano traçado eles entram em contato com Joe Cooper, também conhecido como Killer Joe. Sua missão é apagar a velha só que eles não têm a grana e tal. Quando Joe está indo embora ele vê a irmã de Chris dançado feito louca no meio da rua e aceita a menina como garantia de pagamento. O Pai e o irmão não vêem muito problema nisso e fecham o acordo. Nada como um bom pensamento redneck para ilustrar o filme.


Em determinado momento Chris se arrepende de pedir para Joe matar a sua mãe e vai falar com o detetive para cancelar o acordo. Joe está saindo da delegacia e Chris comunica que ele não quer mais o esquema e Joe calmamente vai até o carro, manda o moleque entrar e sai dirigindo. Joe não da uma palavra no caminho todo e Chris vai falando umas bobagens quaisquer até que eles chegam a um restaurante. Joe desce do carro e quando Chris desce também ele vê o carro da mãe dele. Chris suplica para não matar e essas coisas, então Joe vai até o porta-malas do seu carro e quando ele abre está um palhaço amarrado chorando como uma criança. Pera ai, isso não faz sentido nenhum... claro que não, porque quem está no porta-malas é a mãe do Chris, que está mais fria que presunto na geladeira. Eles colocam a velha no outro carro e Joe faz algumas coisas para parecer que o esquema foi um acidente.


Agora que não tem mais volta vamos pegar a grana do seguro. O problema é que Chris achava que a beneficiária do seguro era a sua irmã, mas parece que a coroa dele colocou o namoradinho como beneficiário. Resumindo, um tal de Rex ficou com a grana, Chris continua devendo a grana para os caras barra pesada e agora para piorar Joe não tem os seu 25 mil e como o trato era se não tem grana ele levaria a irmã de Chris embora é isso que ele pretende fazer.


O filme até que não é ruim, mas ele é muito estranho e chato. O que salva mesmo é a atuação de Matthew como Killer Joe que eu realmente acreditei que o cara é um psicopata e se ele estivesse vindo na minha direção na calçada eu atravessava a rua e também é bacana a atuação de Thomas Haden Church que fez um ótimo redneck. É claro que ter uns peitos de fora ajudaram o filme também, mas no resumo os 102 minutos de filme são bem meia boca. Não vou dar nota mais baixa em consideração à memória de Willian Friedkin, que até dirigiu bem o filme, mas não foi suficiente. Eu gostei mesmo foi do final no sense que deram para o filme, mas isso deve ter irritado muita gente na real.


Bom, vamos às notas:

Diversão
2
Tosquice
2
Trama / História
2

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Alien Trespass


Alien Trespass

Nosso filme da vez foi lançado em 2009 e foi buscar inspiração nos clássicos filmes de ficção científica dos anos 50. Na direção temos R.W. Goodwin que dirigiu alguns e produziu vários episódios de uma das minhas séries preferidas, o grande X-Files. A história e o roteiro ficaram com Steven P. Fisher e James Swift que são novatos no mundo hollywoodiano, sendo esse o primeiro trabalho deles. No elenco temos Eric McCormack (Free Enterprise, Barricade), Jenni Baird (4400), Dan Lauria (The Wonder Years), Jody “eu chupo” Thompson (Barricade), Aaron Brooks, Sarah Smyth (The Covenant) e mais umas pessoas sem muita importância. Eu tenho que destacar também três pessoas que fazem parte do elenco. Uma delas é Tom Braidwood que no X-Files fazia um dos três The Lone Gunmen, que eram três pseudo nerds que ajudavam Molder e Scully eventualmente. Outra pessoa é também do X-files, mas ele ficou mais conhecido sendo o temido T-1000 do Terminator 2, ele é Robert Patrick. Agora Jovan Nenadic deve ter sofrido bastante, já que a cara dele não aparece o filme todo e dentro da roupa do monstro deve ser quente pra karalho. Não sei quanto que usaram para fazer o filme, mas com a quantidade de Chroma key que usaram não pode ter sido muito, o problema é que o filme arrecadou muito pouco nos EUA, algo tipo 100 mil dólares, que merda porque o filme é joinha.


O filme se passa no final dos 50 e um grande evento vai acontecer na pacata cidade que fica no meio do Deserto Mojave. A noite promete muito, pois terá uma chuva de meteoros que poderá ser vista a olho nu deixando todos os moradores exaltados, principalmente o astrônomo Dr. Ted Lewis (Eric). Primeiro porque é aniversário de casamento dele e ainda vai culminar com esse belo espetáculo. O segundo ele ainda não sabe, mas a vida dele vai mudar drasticamente nas próximas horas.


Tudo está ocorrendo conforme o previsto, até que um meteoro entra na atmosfera da terra, pega fogo e se espatifa bem na montanha que fica ao lado da cidade. Quem se importa com um meteoro? Ted Lewis e mais uns moradores da cidade, é claro. O bêbado local é o primeiro a chegar, mas o problema é que não é um meteoro e sim um disco voador. A porta abre e a criatura que sai de dentro lembra muito os alienígenas dos Simpsons, só que sem a redoma de vidro em volta dele. O bêbado apavorado sai correndo e volta para casa, mas para o seu azar a criatura vai atrás e se alimenta dele deixando uma poça de um barro/vômito ou coisa parecida.


Quando Ted vai ao local da queda, aparece outro alienígena só que este usa uma roupa prateada. Ele é humanóide só que bem alto e para complicar a vida de Ted Lewis, o alienígena se apodera do corpo dele. Na manhã seguinte o Alienígena que está no corpo de Ted, que a partir de agora vou chamar de Urp, vai para casa e pede para a mulher de Ted assistência em sua missão, porque Ted ama Lana. É muito engraçado a coisa daqui para frente porque Urp fala sobre Ted na terceira pessoal, mas para o resto do mundo é Ted falando em terceira pessoa sobre ele mesmo e admito que se não fosse meio perturbador eu tentaria fazer isso. Lana acha que Ted bateu com a cabeça ou algo do gênero e vai para a cidade buscar o médico local e deixa Urp sozinho. Como o alienígena não conseguiu auxilio na sua missão ele vai para a cidade caminhando buscar ajuda. Só para deixar claro, a missão de Urp é capturar Ghota o outro alien, o que se parece com os alienígenas do Simpsons.


No caminho Urp encontra com Tammy, que por sorte tem uma queda por Ted e resolve ajudar Urp/Ted em sua missão. Quando eles estão procurando Ghota, Urp sente a presença da abominável criatura e os dois entram na casa do bêbado local e encontram a poça de alguma coisa. Urp fica muito preocupado, porque aquilo era um ser humano. Depois de Ghota de alimentar ele deixa os resíduos que o seu corpo não absorve, logo um pouco de água e outras coisas que deixam a poça com o aspecto de cocô e vômito. O problema não é a poça em si e sim que quando Ghota se alimentar o suficiente ele vai se multiplicar e assim por diante, até que toda a humanidade seja devora pelo Ghota.


Agora tudo está na mão de um cara que fala sobre ele em terceira pessoa e que está agindo de uma maneira muito estranha para os demais humanos. O fato é que os cidadãos estão com medo e o xerife local está puto da cara porque desde que ele assumiu o cargo nunca aconteceu porra nenhuma e agora que faltam dois dias para ele se aposentar aparece monstros, ladrões de carro, assassinos e tudo mais para bagunçar a coisa toda. Tem um momento do filme que uns adolescentes não têm o que fazer e eles vão ao cinema assistir The Blob, A bolha Assassina e a reação das pessoas no cinema é bem tri.


Com certeza os 90 minutos de filme irão proporcionar algumas risadas, mas nenhum susto o que eu realmente não me importo. Uma coisa que eu me esqueci de comentar é que na teoria esse filme seria uma gravação perdida e/ou destruída nos anos 60 pelo estúdio que a produziu. No inicio do filme tem um explicação o do porque isso, mas na boa é que não faz diferença nenhuma.


Bom, vamos às notas:

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3
Trama / História
2

segunda-feira, 25 de março de 2013

Scarecrows


Scarecrows – Espantalhos

Esse filme totalmente sem explicação foi feito em 1988 e foi dirigido e escrito por William Wesley que tirando esse filme ele só trabalhou em mais um longa metragem chamado Route 666 com o grande Lou Diamond Phillips. Também no roteiro temos Richard Jefferies que escrevou Blood Tide, The Vagrant e Living Hell. No elenco temos Richard Vidan (Zombie Infection), Kristina Sanborn, Victoria Christian, David James Campbell, B.J. Tuner, Ted Vernon (Zombie Infection) e os três espantalhos Tony Santory, Phil Zenderland e Mike Balog. Fechamos o elenco com Michael David Simms que para quem jogou Phantasmagoria 2 vai lembrar do cara como o Dr. Terrance Marek. O filme teve o orçamento estimado de 425 mil Obamas e era bacana quando se fazia bons filmes com pouco dinheiro. Para ver que loja de quadrinhos é um lugar bem freqüentado, William conheceu o cara que fez as maquiagens em uma loja de quadrinhos e eu só conheci gente estranha quando eu ia à Planeta Proibido, tipo o Susto, o Waltrudz e o Japonego... é foda


Temos a história de um grupo de militares mercenários assaltantes que durante a fuga do seu último trabalho, seqüestraram um avião com o piloto e sua filha. Eles estavam bem felizes com a pornográfica quantia de 3.5 milhões de dólares para dividir em cinco e era bacana o tempo que 3 milhões era um caminhão de dinheiro. Não que eu não queira, mas é o tipo de coisa que a Disney ou a Google ganham em uma quinta-feira neutra. O único problema é que um dos caras achou que 3.5 dividido por cinco crânios ia ficar apertado, então ele pega a grana e salta do avião. Para dizer que o cara não deixou nada para o pessoal, ele jogou uma granada antes de saltar, parceria esse ai.


É claro que o resto dos militares mercenários assaltantes conseguiram jogar a granada fora a tempo de aparecer o único efeito especial do filme, a granada explodindo. Para deixar a coisa mais emocionante o mercenário ganancioso caiu de paraquedas em uma fazenda e aposto que era a única fazenda em um raio de um zilhão de quilômetros que tem três espantalhos macabros assassinos. Agora é só fazer as contas, três espantalhos macabros assassinos contra cinco militares mercenários assaltantes... a história se escreve sozinho daqui para frente.


Os espantalhos copiam as vozes das pessoas para enganas lindo os militares e o pobre piloto com a sua filha gostosa junto com um e outro dos militares vão morrendo por causa desse truque ardiloso. O bacana que depois de um tempo o ganancioso que é o primeiro a morrer, volta à vida e depois de uns 482 tiros de metralhadora ele não morre. Mas ele morre logo depois com um tiro de espingarda na cabeça que é obvio que faz com que o cabeção exploda, proporcionando uns cinco minutos de risos. O mais sinistro é que o ganancioso foi aberto ao meio e no lugar que devia ter os seus órgãos internos agora tem grana e uma gleba vermelha.


Nesse momento já estava mais do que na hora do pessoal fugir alucinadamente, mas como eles são militares mercenários assaltantes, isso não pode ficar barato e a guerra está declarada. Acho que eu sinto falta da época que as coisas não tinham muita explicação, isso deixava a coisa no ar e ficava mais sinistro. Tipo porque existem três espantalhos macabros assassinos ali? Ou porque existe um psicopata de blusão listrado que mata as pessoas no sonho? Ou porque tem uma geleka branca que sai do chão e o os caras resolvem vender como se fosse iogurte? Esse tipo de coisa eu sinto falta. Mas o filme na real é uma bosta, mas esse clima de inocência e mistério fez com que ele ficasse melhor. Então os seus 83 minutos foram bacanas e isso é o que importa. Eu achei o trailer em alemão ou em miguelito e como acho alemão uma língua DUMAL eu postei esse.


Bom, vamos às notas:

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Trama / História
3

terça-feira, 19 de março de 2013

The Day


The Day

Lançado em 2012 esse filme teve a direção de Douglas Aarniokoski que tem no seu currículo o Hughlander: Endgame de 2000, só que o cara devia ser melhor porque ele foi assistente do diretor ou da segunda unidade de direção de Tekken, Resident Evil 3, Once Upon a Time in Mexico, From Dusk till Down e mais uma porrada de coisas. Está certo que a maioria deles não são grande coisa também, mas mesmo assim esse filme podia ter sido melhor. A culpa na real pelo filme ser ruim não é de Douglas e sim do roteirista Luke Passmore que achou que estava escrevendo algo genial e original, mas na boa foi um cocô e fedorento. No elenco temos Shawn Ashmore (o Iceman dos X-men), Ashley Bell (The Last Exorcism), Cory Hardrict, Shannyn Sossamon (One Missed Call) e outros. Temos também uma grande celebridade no filme, se bem que ele morre... mas de qualquer maneira estou falando de Dominic Monaghan, que fez o papel de Merry um dos hobbits do Lord of the Rings e também fez Charlie, o musico drogadão de LOST. Talvez ele não seja tão celebridade assim. O que me surpreendeu foi que o filme foi produzido pela WWE Studios, sendo o primeiro filme deles que não era de luta-livre e porque foram começar com essa bomba eu não sei. Não conseguir saber o orçamento do filme, mas segundo o site Box Office Mojo o filme arrecadou 20 mil dólares que é um fiasco, talvez assim a WWE Studio pense duas vezes em produzir alguma coisa que seja a maravilhosa luta livre.


Eu gostava da época que quando se falava em filme pós-apocalíptico e eram poucas produções que vinham em mente e uma das primeiras garanto que era Mad Max, agora hoje dia tudo tem zumbi e tudo é pós-apocalíptico. Temos então um mundo pós-apocalíptico e temos um grupo composto por cinco pessoas Shannon, Adam, Henson, Rick e Mary. Todos se conhecem desde a infância com exceção de Mary que se juntou ao grupo há pouco tempo. Eles estão andando por ai e batendo um papo muito chato, que alguém começa a falar alguma coisa e o outro diz: “não começa” ou “cala a boca” ou “para”. A idéia principal é achar um local seguro para eles começarem uma vida nova, com fé e esperança. BOOOOORING. Como uma chuva vem chegando e Henson está doente, eles acham uma casa e ficam lá até a chuva passar.


O grande drama é que o grupo está com problemas. Eles têm umas sementes que pretendem plantar nesse lugar cheio de fé, esperança e algodão doce, mas Adam e Shannon estão querendo ficar por ali mesmo. Então uma luz de fé cai sobre a casa, pois os homens encontraram no porão várias caixas com comida enlatada. Problema resolvido, fim do filme. Bem que podia ser. Na real as latas estão cheias de pedras e o porão é uma armadilha. Um alarme  em um volume máximo começa a soar e isso quer dizer que tem uns caras, que o filme não explica quem são, vão aparecer e isso é ruim. Enquanto eles estão tentando escapar do porão essas pessoas más aparecem, Mary consegue matar todos praticamente e o único que fugiu ela acertou com um tiro mágico de uma distância pornô.


O fato é que esse último cara falou algumas coisas e o resto do grupo entendeu tudo. Mary é um deles, só que eu não sei que são eles e se isso é ruim. O fato é que ao invés de matar a “traidora”, eles usam a ajuda dela, porque parece que o resto do clã esta vindo. Com isso só faltam 20 minutos de filme e é claro que Luke Passmore não vai nos explicar nada. Agora é sobreviver a qualquer custo.


A naba não melhora nada daqui para frente. A única coisa que prestou mesmo foi o último minuto de filme. Mas não porque foi maravilhoso ou revelador, é porque a cena é bacana, só isso. Foram 87 minutos perdidos que eu podia ter pulado de cabeça no paralelepípedo que seria melhor.


Bom, vamos às notas:

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sexta-feira, 15 de março de 2013

The Possession


The Possession – Possessão

Tivemos mais um filho do Exorcista lançado em 2012 e dessa vez o exorcismo foi Judeu. The Possesseion teve a direção do dinamarquês Ole Bornedal que também dirigiu e escreveu Nightwatch (1994) e Vikaren ou The Substitute (2007). No roteiro ficamos com a dupla Juliet Snowden e Stiles White que foram responsáveis por Boogeyman, por Presságio do grande Nick Cage e parece que serão os responsáveis pela adaptação do remake do Poltergeist e que JC nos proteja. No elenco temos algumas surpresas, uma ótima e outra muito estranha, mas vamos começar pelos normais. Temos Jeffrey Dean Morgan (Losers e Watchmen), Kyra Sedgwick (Gamer), Madison Davenport, Grant Show (The Girl Next Door, Melrose Place). A surpresa boa foi Natasha Calis que “salvou” o filme com a sua atuação de menina comedora de mariposa possuída. Agora Matisyahu que fez o papel do exorcista judeu na realidade é um cantor de reggae judeu que escreve letras sobre o judaísmo Chabad e que canta um pedaço da sua musica no filme... sem palavras e que jabá mais fedorento esse. O filme foi feito com estimados 14 milhões de Obamas e arrecadou cerca de 70 milhões de verdinhas. Isso é a prova que o pessoal ainda gosta de filme de exorcismo, mesmo sendo feito por um cantor de reggae que faz o padre Merrin morrer de vergonha. O pior de tudo é Sam Raimi colocou as suas digitais nesse crime... no final eu explico melhor.


Começamos bem. Temos uma tiazinha que está em sua casa olhando fixamente para uma caixa de madeira retangular com inscrições em hebraico, que está em cima de sua lareira. O sinistro é que a caixa está fazendo uns barulhinhos estranhos, mas nada que se deva preocupar. O problema é que a tiazinha se preocupou e pegou um martelo para quebrar a caixa, só que quando ela vai dar a martelada ela perece estar tendo um derrame e o martelo cai no chão. Só que não é um derrame qualquer, é um dos fortes que faz com que ela voe na parede, deixa os olhos brancos, caia no chão e comece a se contorcer e faz uns barulhos estranhos nos ossos e para finalizar faz a tia bater de cara na mesinha de centro. Pois é, isso não parece com um derrame... o que será que aconteceu então??


Então temos uma clássica família moderna onde os pais são separados e as duas filhas ficam em guarda compartilhada, dias de semana com a mãe e finais de semana como pai. Durante um final de semana qualquer ao invés de Clayde levar as suas duas filhas, Emily e Hannah para o seu apartamento, ele leva para a nova casa que ele comprou, que bacana. No outro dia os três estão dando uma banda de carro e passam por uma venda de garagem e é claro que eles param para dar uma olhada. As meninas gastaram $55 e compraram uns chapéus e umas quinquilharias, juntamente com uma caixa de madeira retangular com inscrições em hebraico. Quais as chances? Na noite Clyde e Emily tentam abrir a caixa de madeira, mas não conseguem, porque parece que quem construiu a caixa de madeira retangular com inscrições em hebraico não queria que ninguém a abrisse e é isso que aprendemos com os filmes, não comprem caixas de madeira retangular com inscrições em hebraico, nunca.


Durante a noite Emily acorda e pega a caixa e simplesmente abre como se alguém tivesse dito para ela como fazer e daí para frente à coisa só tende a piorar. A menina se transforma em outra pessoa, ela grita com todos, descola umas brigas, crava garfos na mão do pai, fica catatônica, essas coisas normais de qualquer criança possuída por um espírito maligno faria, o problema é que Clayde não sabe disso ainda. Então como Emily está obcecada pela caixa de madeira retangular com inscrições em hebraico, Clayde em demonstração de controle paterno, coloca a caixa fora e deixa Emily de castigo e acontece a melhor seqüência do filme. Emily meio que é esbofeteada pelo espírito maligno, mas a intenção é parecer que foi Clyde que fez e deu certo, então a menina conseguiu sair correndo e ir até o local que Clayde colocou a caixa fora.


Como a mãe levou a menina para o hospital e lá eles viram os hematomas, logo que fez isso foi Clayde e então ordem de restrição judicial nele. Como ele agora tem mais tempo para investigar, ele acaba levando a caixa para um professor na faculdade que dá a morta para ele. Dentro da caixa tinha um espírito maligno e quem o prendeu na caixa acreditava realmente que aquilo estava funcionando. Então já que as inscrições eram em hebraico, logo vamos procurar uns judeus que a coisa vai se resolver, mas o problema que os judeus não estavam muito a fim de ajudar Clyde. Só que com sorte ele conseguiu falar com o cantor de reggae que se predispõe a ajudá-lo a capturar o espiro maligno. Agora é só ir para o confronto final e acabar com essa bosta toda.


Eu não sei se os filmes hoje em dia estão ficando mais bunda-mole ou se sou eu que tenho a mente muito perturbada, porque dava para fazer muita coisa DUMAL no filme e a coisa passa batido deixando tudo bem meia boca. O filme é muito anticlímax e quando tu acha que a coisa vai, do nada muda a cena ou acontece uma coisa meio idiota. Vou explicar o que aconteceu. O filme estava pronto e foi entregue para a Motion Picture Association of America (MPAA) para classificar o filme conforme as suas baboseiras e o filme ganhou um ótimo R (Restricted), ou seja, que menores de 17 anos só podem ver o filme com a presença dos pais ou te um tutor legal. Os produtores arrancaram os pentelhos e de quebra arrancaram várias cenas do filme junto. Isso mesmo, o filme foi editado e podado deixando Sam Raimi maluco, mas não tinha mais volta. O filme voltou para a MPAA e agora ele foi classificado com PG-13 que significa que somente menos de 13 anos precisam ter supervisão adulta, logo o filme ficou uma bosta.


Eu só não vou dar um “São Horas da Minha Vida que Nunca Terei de Volta” por causa da menininha que “salvou” o filme no que podia. O pior é que tem cara que deve sair uma versão de DVD/Blu-ray Restricted para fazer mais um dinheirinho em cima dos otários aqui. E olha que nem vou falar que a Emily foi fazer um daqueles exames que tu entra no tubo gigante e estava usando um anel na mão que eu sei que ela estivesse no meu mundo à máquina ou a mão dela tinha ido para o saco, mas quem se importa...


Bom, vamos às notas:

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quarta-feira, 13 de março de 2013

Shark Night



Shark Night – Terror na Água

Sem sombra de dúvidas, uma das piores coisas que eu já assisti na vida. Esse filme está parelho com A Reconquista, O Demolidor e os dois Batman do Joel Schumacher. Essa cópia vagabunda de Jaws foi lançada em 2011 e por incrível que pareça a direção do filme ficou com David R. Ellis. É certo que ele perdeu uma aposta ou estava em coma quando fez esse filme, porque o cara já fez bons filmes como Asylum, Final Destination 2 e 4, Cellular e o clássico instantâneo Snakes on a Plane. No roteiro tivemos a dupla Will Hayes e Jesse Studenberg que vão para o meu Death Note agora. No elenco tivemos Sara Paxton (The InnKeepes), Dustin Milligan (Slither), Chris Carmack (The Butterfly Effect 3), Katharine McPhee, Joel David Moore (Hatchet, Dodgeball), Sinqua Wall, Alyssa Diaz, Chris Zylka (The Amazing Spider-man) e até Joshua Leonard, o Josh do The Blair Witch Project. O filme teve o budget de 25 milhões de Obamas já que tiveram que gastar uma nota nos animatronics de tubarão e o que mais me espantou é que esse bosta ainda conseguiu arrecadar 40 milhões de dólares, comooooooooooooooo.


Estou tão puto que queria fazer como fiz o review do 247°, mas dessa vez eu vou sofrer um pouco para fazer com que vocês não sofram como eu. Vamos a História: Temos Sara, Nick, Beth, Malik, Maya, Blake e Gordon. Todos vão para a casa de Sara no meio do nada que tem que chegar de barco lá. Malik perde o braço. Maya morre. Malik quer vingança. Pessoal “gente boa” aparece para ajudar o grupo. Pessoal “gente boa” vai buscar ajuda e levam Gordon e Beth. Pessoal “gente boa” não é tão gente boa assim e matam Beth e Gordon. Como o pessoal “gente boa” não dá sinal, Blake leva Malik em um Jet ski para a civilização. No caminho Malik morre. Agora Blake morre. Pessoal “gente boa” volta e mostra que não é tão “gente boa” para Sara e Nick. Colocam Sara em uma jaula e jogam a moça para os tubarões. Nick aparece e mata o pessoal “gente boa” e sala Sara. Rola o Beijo final e um tubarão pula na tela. THE END.


Contando assim não parece tão ruim né? Mas eu vou fazer questão de pior a coisa. Primeiro eu não entendo esse conceito de “passar o final de semana”. Cara eles saíram na sexta de tarde e passaram a noite na estrada e chegaram ao local desejado pela manhã e então pegaram um barco para ir até a casa da mina que fica em uma ilha no meio dos Everglades. Cara, tipo chagar na tarde e ai passam o final do sábado e domingo pela manhã tem que voltar porque segunda feira é preto na folhinha. Mas tudo bem eu entendo de indiadas e acho que eu teria ido também. O fato é que é uma casa de férias da família de Sara e é no meio do nada e é claro que celulares não pegam, então me parece meio lógico ter um rádio na casa ou em algum barco. Aparentemente sou só eu que acho isso, porque a única maneira de se comunicar com alguém é através de um sinalizador ou pegar o barco ou Jet ski e encarar 2 horas de viagem.


Quando Malik quer vingança porque o tubarão matou a sua namorada ele entra na água e com uma lança e só com um braço ele consegue matar a criatura. Então Nick descobre que tem uma câmera grudada no tubarão, mas para que? Porque o pessoal DUMAL quer vender as imagens para a TV a cabo e faturar uma nota preta. Isso que eu nem vou falar que os tubarões são mega rápidos e mega fortes, porque isso seria chover no molhado. O que me chateia é que quando qualquer pessoa morreu, aparecem milhares de bolhas e muito sangue na água e depois de 3 segundos tudo desaparecia, como se nada tivesse acontecido ali.


Vocês acham que eu estou sendo implicante, né? Então lá vai. No final quando Nick está amarrado em uma cadeira e um dos caras do pessoal “gente boa” está contando o mega plano de venda do material filmado, tem um buraco no chão e tem uns dez tubarões passando por ali. O cara mal pega uma faca e faz um talho na perna de Nick e com a ajuda de uma grua ou mini guindaste, coloca Nick dentro da água. Os tubarões passam e dessa vez eles não fazem nada. Então o cara mal levanta Nick novamente e coloca um hardrock farofa para tocar e pergunta se Nick queria ouvir uma última música. Nick pede Guns ‘n Roses e o cara vai atender o último pedido de Nick. Mas na real Nick está fazendo tudo isso para ganhar tempo, porque ele pegou do seu bolso um ZIPPO e começou a derreter o fio que o estava prendendo. Eu sei que o ZIPPO é um puta isqueiro, mas na boa depois do banho que ele tomou não tinha como ele acender e é claro que ele acendeu e Nick agora está livre para poder matar o cara mal e salvar a jovem donzela. 


Eu nem vou perder o meu tempo e o tempo de vocês explicando como Nick conseguiu matar o líder dos malvados, juntamente com o tubarão assassino maligno e ainda conseguiu salvar a jovem donzela e de rebarba salvou o cachorro dela que não sei como estava vivo depois de tudo. Só vou dizer que ele matou o tubarão, que estava com meio corpo para dentro da jaula e magicamente 5 segundos depois não estava mais com meio corpo dentro da jaula. Foram horríveis os 90 minutos de filme, agora se você quiser sofrer vai em frente e sofra. Para acabar bem olhe depois dos créditos que tem um clip de rap com os atores pedindo para preservar os tubarões.


Bom, vamos às notas:

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Tosquice
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Trama / História
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