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terça-feira, 19 de março de 2013

The Day


The Day

Lançado em 2012 esse filme teve a direção de Douglas Aarniokoski que tem no seu currículo o Hughlander: Endgame de 2000, só que o cara devia ser melhor porque ele foi assistente do diretor ou da segunda unidade de direção de Tekken, Resident Evil 3, Once Upon a Time in Mexico, From Dusk till Down e mais uma porrada de coisas. Está certo que a maioria deles não são grande coisa também, mas mesmo assim esse filme podia ter sido melhor. A culpa na real pelo filme ser ruim não é de Douglas e sim do roteirista Luke Passmore que achou que estava escrevendo algo genial e original, mas na boa foi um cocô e fedorento. No elenco temos Shawn Ashmore (o Iceman dos X-men), Ashley Bell (The Last Exorcism), Cory Hardrict, Shannyn Sossamon (One Missed Call) e outros. Temos também uma grande celebridade no filme, se bem que ele morre... mas de qualquer maneira estou falando de Dominic Monaghan, que fez o papel de Merry um dos hobbits do Lord of the Rings e também fez Charlie, o musico drogadão de LOST. Talvez ele não seja tão celebridade assim. O que me surpreendeu foi que o filme foi produzido pela WWE Studios, sendo o primeiro filme deles que não era de luta-livre e porque foram começar com essa bomba eu não sei. Não conseguir saber o orçamento do filme, mas segundo o site Box Office Mojo o filme arrecadou 20 mil dólares que é um fiasco, talvez assim a WWE Studio pense duas vezes em produzir alguma coisa que seja a maravilhosa luta livre.


Eu gostava da época que quando se falava em filme pós-apocalíptico e eram poucas produções que vinham em mente e uma das primeiras garanto que era Mad Max, agora hoje dia tudo tem zumbi e tudo é pós-apocalíptico. Temos então um mundo pós-apocalíptico e temos um grupo composto por cinco pessoas Shannon, Adam, Henson, Rick e Mary. Todos se conhecem desde a infância com exceção de Mary que se juntou ao grupo há pouco tempo. Eles estão andando por ai e batendo um papo muito chato, que alguém começa a falar alguma coisa e o outro diz: “não começa” ou “cala a boca” ou “para”. A idéia principal é achar um local seguro para eles começarem uma vida nova, com fé e esperança. BOOOOORING. Como uma chuva vem chegando e Henson está doente, eles acham uma casa e ficam lá até a chuva passar.


O grande drama é que o grupo está com problemas. Eles têm umas sementes que pretendem plantar nesse lugar cheio de fé, esperança e algodão doce, mas Adam e Shannon estão querendo ficar por ali mesmo. Então uma luz de fé cai sobre a casa, pois os homens encontraram no porão várias caixas com comida enlatada. Problema resolvido, fim do filme. Bem que podia ser. Na real as latas estão cheias de pedras e o porão é uma armadilha. Um alarme  em um volume máximo começa a soar e isso quer dizer que tem uns caras, que o filme não explica quem são, vão aparecer e isso é ruim. Enquanto eles estão tentando escapar do porão essas pessoas más aparecem, Mary consegue matar todos praticamente e o único que fugiu ela acertou com um tiro mágico de uma distância pornô.


O fato é que esse último cara falou algumas coisas e o resto do grupo entendeu tudo. Mary é um deles, só que eu não sei que são eles e se isso é ruim. O fato é que ao invés de matar a “traidora”, eles usam a ajuda dela, porque parece que o resto do clã esta vindo. Com isso só faltam 20 minutos de filme e é claro que Luke Passmore não vai nos explicar nada. Agora é sobreviver a qualquer custo.


A naba não melhora nada daqui para frente. A única coisa que prestou mesmo foi o último minuto de filme. Mas não porque foi maravilhoso ou revelador, é porque a cena é bacana, só isso. Foram 87 minutos perdidos que eu podia ter pulado de cabeça no paralelepípedo que seria melhor.


Bom, vamos às notas:

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quarta-feira, 13 de março de 2013

Shark Night



Shark Night – Terror na Água

Sem sombra de dúvidas, uma das piores coisas que eu já assisti na vida. Esse filme está parelho com A Reconquista, O Demolidor e os dois Batman do Joel Schumacher. Essa cópia vagabunda de Jaws foi lançada em 2011 e por incrível que pareça a direção do filme ficou com David R. Ellis. É certo que ele perdeu uma aposta ou estava em coma quando fez esse filme, porque o cara já fez bons filmes como Asylum, Final Destination 2 e 4, Cellular e o clássico instantâneo Snakes on a Plane. No roteiro tivemos a dupla Will Hayes e Jesse Studenberg que vão para o meu Death Note agora. No elenco tivemos Sara Paxton (The InnKeepes), Dustin Milligan (Slither), Chris Carmack (The Butterfly Effect 3), Katharine McPhee, Joel David Moore (Hatchet, Dodgeball), Sinqua Wall, Alyssa Diaz, Chris Zylka (The Amazing Spider-man) e até Joshua Leonard, o Josh do The Blair Witch Project. O filme teve o budget de 25 milhões de Obamas já que tiveram que gastar uma nota nos animatronics de tubarão e o que mais me espantou é que esse bosta ainda conseguiu arrecadar 40 milhões de dólares, comooooooooooooooo.


Estou tão puto que queria fazer como fiz o review do 247°, mas dessa vez eu vou sofrer um pouco para fazer com que vocês não sofram como eu. Vamos a História: Temos Sara, Nick, Beth, Malik, Maya, Blake e Gordon. Todos vão para a casa de Sara no meio do nada que tem que chegar de barco lá. Malik perde o braço. Maya morre. Malik quer vingança. Pessoal “gente boa” aparece para ajudar o grupo. Pessoal “gente boa” vai buscar ajuda e levam Gordon e Beth. Pessoal “gente boa” não é tão gente boa assim e matam Beth e Gordon. Como o pessoal “gente boa” não dá sinal, Blake leva Malik em um Jet ski para a civilização. No caminho Malik morre. Agora Blake morre. Pessoal “gente boa” volta e mostra que não é tão “gente boa” para Sara e Nick. Colocam Sara em uma jaula e jogam a moça para os tubarões. Nick aparece e mata o pessoal “gente boa” e sala Sara. Rola o Beijo final e um tubarão pula na tela. THE END.


Contando assim não parece tão ruim né? Mas eu vou fazer questão de pior a coisa. Primeiro eu não entendo esse conceito de “passar o final de semana”. Cara eles saíram na sexta de tarde e passaram a noite na estrada e chegaram ao local desejado pela manhã e então pegaram um barco para ir até a casa da mina que fica em uma ilha no meio dos Everglades. Cara, tipo chagar na tarde e ai passam o final do sábado e domingo pela manhã tem que voltar porque segunda feira é preto na folhinha. Mas tudo bem eu entendo de indiadas e acho que eu teria ido também. O fato é que é uma casa de férias da família de Sara e é no meio do nada e é claro que celulares não pegam, então me parece meio lógico ter um rádio na casa ou em algum barco. Aparentemente sou só eu que acho isso, porque a única maneira de se comunicar com alguém é através de um sinalizador ou pegar o barco ou Jet ski e encarar 2 horas de viagem.


Quando Malik quer vingança porque o tubarão matou a sua namorada ele entra na água e com uma lança e só com um braço ele consegue matar a criatura. Então Nick descobre que tem uma câmera grudada no tubarão, mas para que? Porque o pessoal DUMAL quer vender as imagens para a TV a cabo e faturar uma nota preta. Isso que eu nem vou falar que os tubarões são mega rápidos e mega fortes, porque isso seria chover no molhado. O que me chateia é que quando qualquer pessoa morreu, aparecem milhares de bolhas e muito sangue na água e depois de 3 segundos tudo desaparecia, como se nada tivesse acontecido ali.


Vocês acham que eu estou sendo implicante, né? Então lá vai. No final quando Nick está amarrado em uma cadeira e um dos caras do pessoal “gente boa” está contando o mega plano de venda do material filmado, tem um buraco no chão e tem uns dez tubarões passando por ali. O cara mal pega uma faca e faz um talho na perna de Nick e com a ajuda de uma grua ou mini guindaste, coloca Nick dentro da água. Os tubarões passam e dessa vez eles não fazem nada. Então o cara mal levanta Nick novamente e coloca um hardrock farofa para tocar e pergunta se Nick queria ouvir uma última música. Nick pede Guns ‘n Roses e o cara vai atender o último pedido de Nick. Mas na real Nick está fazendo tudo isso para ganhar tempo, porque ele pegou do seu bolso um ZIPPO e começou a derreter o fio que o estava prendendo. Eu sei que o ZIPPO é um puta isqueiro, mas na boa depois do banho que ele tomou não tinha como ele acender e é claro que ele acendeu e Nick agora está livre para poder matar o cara mal e salvar a jovem donzela. 


Eu nem vou perder o meu tempo e o tempo de vocês explicando como Nick conseguiu matar o líder dos malvados, juntamente com o tubarão assassino maligno e ainda conseguiu salvar a jovem donzela e de rebarba salvou o cachorro dela que não sei como estava vivo depois de tudo. Só vou dizer que ele matou o tubarão, que estava com meio corpo para dentro da jaula e magicamente 5 segundos depois não estava mais com meio corpo dentro da jaula. Foram horríveis os 90 minutos de filme, agora se você quiser sofrer vai em frente e sofra. Para acabar bem olhe depois dos créditos que tem um clip de rap com os atores pedindo para preservar os tubarões.


Bom, vamos às notas:

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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

らせん



らせん – Rasen – The Spiral

Esse sim é a pedido do amigo Tiago e eu te odeio por isso. Eu realmente não sei qual é o problema desses japoneses, só pode ter sido duas bombas nucleares na cabeça ou deve ser o mijo do Godzila que eles tomam na água porque francamente... Lançado em 1998 o filme chamado Rasen ou The Spiral deveria ter sido a continuação do clássico do terror japataka Ringu, mas como vocês notaram, eu falei deveria. O filme teve a direção de Joji Iida que também dirigiu o movie do anime Tokio Babylon 1999, mas aqui nesse filme ele fez cocô. Na boa que ele não fez sozinho o filho, já que Koji Suzuki que escreveu o primeiro livro do Ringu, também escreveu um livro sobre esse aqui e na boa que não deve ser tão diferente do filme. De volta do primeiro filme temos Miki Nakatani (Rofuto, Ringu 2)  e Hiroyuki Sanada (Sunshine, Rush Hour 3) e no reforço temos Koichi Sato (Sukiyaki Western Django, Gonin). O papel de Sakado dessa vez ficou com Hinako Saeki que participou do sem noção Uzumaki e do grande Eko Eko Azaraku III. Na real o três não sei se é bom, mas o Eko Eko Azaraku vai ganhar um review em breve, ele tem tudo o que um filme oriental precisa, magia negra, colegiais e lesbianismo. Até tem mais gente que atua no filme, mas para não ficar um bando de nome em japonês sem sentido vamos parar por aqui. Não consegui achar o quanto que foi o orçamento desse filme, mas é certo que o dinheiro deve ter ido em um cofre para esconder o filme ou em um forno para poder queimá-lo. 


O filme inicia exatamente uma hora depois do ex-marido de Reiko, o professor Ryuji Takayama morrer em seu apartamento por causa da fita que ele assistiu no primeiro filme. Quem encontrou o corpo foi a sua aluna/namoradinha Mai Takano que também deu as caras no primeiro filme, mas por muito pouco tempo. O fato é que ele foi encontrado com aquela cara DUMAL de que tu fica depois que a Sadako sai da TV para te pegar e ele foi levado para o necrotério para autópsia forense. Quem vai realizar o procedimento é Mitsuo Ando que foi colega de faculdade de Takayama e fica abalado com a notícia da morte do amigo, mas não é hora para isso já que tem um trabalho para ser feito. Nessa parte acontece a melhor cena do filme que é quando Takayama está todo aberto na mesa e do nada ele abre os olhos e se reclina fazendo com que Ando tivesse um chilique, o único problema é que a pessoa que viu isso foi só o próprio Ando, ficando uma situação meio estranha no ar. Dentro do estômago de Takayama é encontrado um papelzinho com uns números (4141 – 74262918) que depois até tem uma explicação, mas é bem idiota. Como a investigação policial está meio que emperrada o esquema é falar com a pessoa que encontrou o corpo.


Mai está em choque e parece que isso não é um problema para a polícia japonesa que entopem a moça de perguntas e para melhorar a coisa a grande maioria delas são gritando ainda. Ando vê a cena e interrompe o policial e ele começa a fazer perguntas para Mai que cede ao charme do patologista e conta que o autor da morte de Takayama foi a fita de vídeo amaldiçoada. É claro que o pessoal não deu bola para a moça e a investigação continua na mesma. Ando curioso com o esquema da fita começa a pesquisar e acaba conseguindo uma cópia da fita com o colega de trabalho de Reiko e de quebra ganha também uma espécie de diário que a jornalista estava fazendo sobre o caso. Ando ficou uma pessoa muito depressiva desde que o seu filho morreu e depois de inúmeras tentativas de suicídio mal sucedidas ele acha que a fita foi um presente de Takayama e assiste a coisa para poder morrer em paz. 


O problema é que Ando é um cagão e acaba ficando com medo, depois que o colega de Reiko também morreu de maneira suspeita e como a água bateu na bunda ele acaba pegando a Mai e depois do sexo ele faz um pedido um pouco estranho. Já que a moça já viu Takayama morto talvez ela não se importasse de ficar com ele enquanto a morte vem. É claro que a moça recusou o pedido e ainda desapareceu por uns dias. Se a coisa tivesse acabado por ai até que o filme se salvava, mas infelizmente a coisa não foi bem assim que aconteceu.


O problema é que ao invés de deixar as mortes com uma explicação sobrenatural como no primeiro filme, os cabeções resolveram dar uma explicação científica para o ocorrido e é ai que entra o vírus. Um médico colega de Ando descobriu que as pessoas que morreram nesse caso tinham um vírus no corpo, uma mutação do vírus da varíola que causa um tumor na garganta ou um ataque cardíaco. Então Ando conta para o cara que assistiu ao filme também e que deve ser isso, o filme tem um estimulo visual que faz com que o corpo humano produza o tal vírus mutante da varíola e se ele não acredita pode colher uma amostra dele que o vírus vai estar lá. O plano até parecia bom para Ando só que quando ele deveria ter morrido ele não morreu e a teoria da fita foi por água abaixo. Então se não é a fita que mata e não é a cópia dela que salva o que aconteceu no primeiro filme? Na realidade Reiko e o filho Yoichi morreram em um acidente de carro e o moleque tinha o vírus e a mãe não. E o que foi que ela fez que não foi a cópia da fita? O suposto diário da reportagem e o pior de tudo que a coisa ainda vai piorar ainda mais.


Mai aparece depois de um tempo que eu não sei exatamente quando, mas Ando vê a moça sentada no mesmo lugar onde eles se conheceram e arrasta a japa para uma escadaria e rola o maior arreto. E quem nunca né... O fato é que a felicidade de Ando dura pouco, porque no outro dia (eu acho) a policia encontra o corpo de Mai dentro de um duto de ventilação e parece que ela já estava lá fazia alguns dias e para deixar a coisa mais pirada o corpo dela tem vestígio de um parto. Isso mesmo, ela deu a luz a alguma coisa. Eu vou continuar contando para que vocês não sofram o que eu sofri. 


No filme e/ou no diário tinha o material genético da Sadako, que ela colocou com o seu grande poder poderoso do ódio e quando o garanhão do Ando assistiu e/ou leu ele contraiu o vírus que depois que ele comeu a Mai, o material genético foi para o ventre dela e o que deu a luz foi uma espécie de clone da Sadako, mas com a cara da Mai. Então para conseguir o diário de volta, já que a fita o bocó do Ando quebrou, Mai faz uma proposta irrecusável para Ando. Se ele colocar o material genético do filho morto em um óvulo da Mai/Sadako vai nascer o filho dele novamente, porque a memória da pessoa fica gravada no DNA e já que vão fazer um clone do moleque é melhor fazer um clone também do Takayama, porque a memória da Mai queria e como a Mai/Sadako é muito gente boa ela vai dar dois óvulos para Ando. Viu que bacana. Para acabar com chave de ouro o diário de Raiko será publicado em forma de romance fazendo com que o vírus se espalhe por todo o mundo e que por causa disso venha a nascer várias Sadakos por ai e isso vai ser o gatilho para a nova evolução humana. Dois Charles ficariam envergonhados com tudo isso, o Xavier e o Darwin.


O filme é tão ruim que ele acaba totalmente com o primeiro filme e tenta dar uma explicação cientifica que nem o Spock agüentaria e ai chorar no cantinho. Os 97 minutos são de doer e até os produtores do filme entenderam isso e fizeram o Ringu 2 a seqüência “oficial” do primeiro filme e esse aqui que fique no esquecimento. Tomara que o próximo seja melhor que essa porra. 


Bom, vamos às notas:

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terça-feira, 25 de dezembro de 2012

247° F



247° F

Nem vou perder o meu tempo. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta. São horas da minha que nunca terei de volta.


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